Suspensão fixa vale a pena?

Para ajudar os amantes de carros baixos ou os que estão conhecendo a cultura e querem mais informações. Acompanhe as dicas que separamos.

Os amantes de carros baixos no Brasil estão crescendo cada vez mais.
Alguns relatam a melhoria na estabilidade , outros relatam até ganhos em desempenho, alegando que melhora a aerodinâmica do veículo. Mais o mais relatado entre os amantes dos rebaixados, é sem dúvida a melhora na estética.

Os gostos se dividem, mas hoje com as possibilidades de legalização, opções com maior conforto, e aumento da cultura tem facilitado a fomentação do estilo.

Se você está pensando em rebaixar o seu e não sabe quais as opções, as vantagens e desvantagens, vamos elencar aqui algumas dicas preciosas para você.

Desde 2014, quando a nova legislação criada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) passou a permitir a modificação da suspensão original dos veículos no Brasil, muitos motoristas têm buscado dar aquele UP no visual do carro através da suspensão esportiva.

Vamos começar falando da famosa SUPENSÃO FIXA.

 

A suspensão fixa, trata-se de um kit de suspensão que inclui quatro molas e quatro amortecedores esportivos. A suspensão proporciona um rebaixamento com mais segurança e eficiência, promovendo também benefícios em termos de estabilidade, direção e frenagem.

Como o próprio nome já diz, a suspensão fixa “trava” uma altura fixa definida pelas molas, que não pode ser alterada posteriormente.

Como os carros nacionais já possuem uma altura regular, definida de acordo com as condições das nossas vias e das leis aqui do Brasil, com a suspensão fixa é possível conquistar um rebaixamento esportivo e ao mesmo tempo se manter dentro das normas e da regulamentação brasileira.

Além da suspensão fixa, você já deve ter ouvido falar sobre a suspensão a ar e a suspensão a rosca, que também fazem o rebaixamento, porém com algumas diferenças.

 Entenda: 

Suspensão Fixa: é formada por um conjunto de quatro molas e quatro amortecedores esportivos. É uma das opções mais indicadas na hora de rebaixar o veículo. Entre as principais vantagens que podem ser citadas estão a possibilidade de ter um carro rebaixado, além de manter um conforto razoável (lembre-se que em qualquer rebaixamento é normal haver uma perda de conforto), além de um baixo custo de manutenção.

Suspensão a Ar: a partir de bolsas de borracha que inflam e desinflam, a altura é elevada e rebaixada conforme a necessidade e vontade do motorista. Dessa forma, o sistema se torna regulável a partir de um controle instalado na parte interna do automóvel.

Suspensão de Rosca: a rosca é um modelo móvel, assim como a suspensão a ar e possui regulagem de altura manual. A suspensão é criada a partir de roscas e flanges, muito parecidas com porcas e parafusos. As peças são usadas para elevar e rebaixar as molas do carro, o que altera a altura do carro.

Entre as vantagens da suspensão fixa se comparada a outras formas de rebaixamento, podemos citar:

Conforto (se comparado a outras formas de rebaixamento – lembre-se que em qualquer rebaixamento é normal haver uma perda de conforto)

Segurança, estabilidade, regulamentação, baixo custo de manutenção.

Melhor controle da direção (handling)

 

Molas esportivas

As molas esportivas são parte componente de um conjunto de suspensão esportiva, ou seja, elas fazem parte da suspensão fixa.
Além de serem responsáveis pelo rebaixamento do carro, elas também influenciam diretamente no conforto, na estabilidade e na esportividade do veículo.

As molas esportivas são fabricadas seguindo as especificações de cada modelo de carro. Assim sendo, elas substituem as molas originais dos veículos sem precisar de adaptação. 

Confira as principais vantagens e desvantagens da mola esportiva:

Vantagens:

Rebaixamento do carro com segurança total;
Estabilidade (graças ao centro de gravidade, que diminui na modificação);

Custo baixo (se comparado a outros métodos de rebaixamento igualmente seguros).

Desvantagens:

A modificação pode exigir alinhamento posterior à troca. Assim como qualquer alteração na suspensão.
Benefícios maiores podem ser adquiridos com um kit de suspensão completo.

Apesar das vantagens visíveis que nascem da substituição da mola original pela esportiva, é interessante observar, também, como um kit de suspensão completo (com a adição dos amortecedores) pode garantir desempenho e eficiência ainda melhores, para quem quer algo a mais na esportividade do carro.

Principalmente no que diz respeito ao aumento do “handling”, ou seja, uma maior facilidade no manuseio do carro. Isso significa um maior controle do veículo e uma melhor experiência de direção. Por isso é que o “handling” está também associado à estabilidade, que traz maior facilidade nas manobras do seu automóvel – o que fica visível logo no início da instalação do conjunto.

Qual é a melhor suspensão para o seu carro?

Todas elas, desde que fabricadas por empresas especializadas, são boas opções para seu carro. A questão é como serão usadas e quanto você está disposto a pagar. A suspensão fixa, por exemplo, costuma ser mais utilizada em autódromos e carros de corrida. Nada impede que você use no seu carro, mas elas são mais duras e firmes.

Além disso, é bom evitar andar com o carro muito pesado. As lombadas e os buracos podem prejudicar as buchas e as balanças e fazer com que seu gasto aumente. Lembre-se de que essas suspensões precisam ser encomendadas e são mais caras do que as originais. Você não vai querer estragá-las e ficar no prejuízo, certo?

As suspensões a ar e de rosca oferecem um pouco mais de conforto por conta de sua regulagem de altura. Sabemos que as estradas brasileiras não costumam ser muito favoráveis aos carros rebaixados, por isso, a possibilidade de poder deixá-los mais altos para certos tipos de pavimento é uma boa opção.

A vantagem dela é a facilidade de uso. Você pode acioná-la por controle remoto na hora que achar melhor. No entanto, essa opção costuma ser mais cara para compra e para instalação, mas vale a pena pelo conforto e pela praticidade. Mesmo assim, se seu objetivo for de usar o carro também em autódromos, é melhor optar pela fixa ou de rosca.

A suspensão de rosca também tem como vantagem sua regulagem de altura e é uma boa opção para carros de uso urbano e/ou usados para corridas. No entanto, ela é mais trabalhosa para regular, pois é preciso levantar o veículo para ajustar a altura de cada um dos quatro amortecedores. Além disso, é preciso tomar cuidado para que ele não fique torto, deixando uma rosca em cada altura.

 

Melhores Painéis de Veículos

O painel de carro, assim como potência, consumo, design e tecnologia, também tem garantido a sua importância na hora do consumidor comprar um carro novo.

As versões de topo dos Chevrolet Kadett, Monza e Omega representavam uma grande inovação tecnológica no final dos anos 80 e início dos 90. Porém, os painéis que vinham com velocímetro digital e conta-giros gráfico não caíram no gosto dos consumidores.

Apenas em 2004, a Citroen voltou com esta ideia no modelo C4.  Em 2006, desta vez com força total, apareceu no New Civic, da Honda.

Com o aumento da tecnologia envolvida nos painéis automotivos, esses dispositivos vêm ficando cada vez mais sofisticados e complexos, tornando-se também mais um instrumento de segurança para condutores e passageiros.

Modelos que tiveram destaque pelo painel

  • Volkswagen Polo, Virtus e T-Cross
  • Nissan Kicks
  • Fiat Cronos
  • Jeep Renegade

O futuro não tão distante do painel de carro

Recentemente, a startup de carros elétricos Polestar anunciou novidades importantes sobre sua próxima geração de veículos e sobre o sistema Android Automotive.

O novo conceito da plataforma aperfeiçoou várias de suas funcionalidades, principalmente em relação à personalização do aplicativo de acordo com as preferências de cada motorista.

Os novos modelos contarão com um sistema de reconhecimento de digitais, o Polestar Digital Key, com o qual o carro poderá dar partida por meio da biometria, além de viabilizar a criação de perfis de uso pré-programados para que o usuário tenha de opções personalizadas de clima e som no primeiro contato com o carro.

A gigante Mercedes apresentou a MBUX Hyperscreen. Uma gigantesca tela no painel de carro que será o ponto central de interação entre o motorista e seu futuro sedã elétrico, que pode começar a ser comercializado ainda este ano.

A tela tem 1 metro e 40 centímetros e combina sensores, câmeras, painéis OLED e um computador poderoso em uma única peça, que funciona ao mesmo tempo como painel de instrumentos, sistema de navegação e de entretenimento do EQS.

A Hyperscreen possui 12 atuadores que oferecem respostas táticas aos comandos do usuário, câmera multifuncional e sensor de iluminação para ajustar o brilho da imagem às condições do ambiente, além de ser controlada por um computador com 8 núcleos e 24 gigabytes de RAM.

Mesmo estando em um período de pandemia, as montadoras continuam investindo em tecnologias para facilitar a vida dos motoristas ao volante, criar experiências automobilísticas cada vez mais personalizadas e, claro, mais seguras.

Alta quilometragem é sinônimo de desgaste?


Muitos podem afirmar que sim, mas não se trata apenas de quilometragem, mas você compraria um carro com mais de 100 mil quilômetros rodados? 

Carros com alta quilometragem (estamos falando de acima dos 100 mil quilômetros) podem gerar estranheza no consumidor, mas são uma alternativa atraente para quem quer economizar.


As condições de rodagem do carro, influenciam muito, isto é, se o motor atinge a temperatura ideal de funcionamento, os componentes estão bem lubrificados e se a manutenção foi feita de forma correta.

“Carros que rodam na cidade e ficam naquele ‘anda e para’ têm um maior desgaste, naturalmente. Já os que andam em estradas, em velocidade de cruzeiro, tendem a ter uma depreciação menor”, afirma o especialista técnico da Bosch, Diego Riquero Tournier.

Muitas pessoas que usam o carro no dia a dia andam poucos quilômetros para ir ao mercado ou mesmo ao trabalho. Essa distância curta não permite o motor atingir a temperatura ideal de funcionamento, impedindo que o óleo alcance a viscosidade adequada e fazendo com que o conjunto precise de “mais força” para mover as peças. Os principais componentes que sofrem com esse desgaste são a caixa de câmbio e o próprio motor.

Por outro lado, carros que percorrem longas distâncias em estradas bem pavimentadas costumam atingir a condição ideal de operação do motor, que é de rotação constante. “Assim, o carro pode acumular alta quilometragem, mas esses elementos não desgastam tanto”, conclui Diego.

A dica principal para quem quer comprar um carro rodado é levar a um mecânico de confiança, que fará a avaliação dos componentes que possam precisar ser trocados, além de checar se todas as revisões foram feitas corretamente.

Fonte: Autoesporte

Seguradoras são autorizadas a usar peças não originais em conserto de carros.

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10 dicas para comprar um carro usado

1 – Teste um carro antes de comprá-lo. Fazer o test drive é melhor do que nada, mas em geral não é suficiente para uma compra segura. Ao rodar por um ou dois quilômetros, provavelmente o interessado em um veículo só terá tempo de notar seus pontos positivos. No banco do passageiro, o vendedor se encarregará de ressaltar as qualidades e esconder os defeitos do automóvel escolhido. Para fazer um teste mais acurado, o ideal é alugar um carro do mesmo modelo. Continuar a ler 10 dicas para comprar um carro usado

Onde surgiu o carnaval?

Todo o mundo conhece o carnaval brasileiro. Ele é considerado o melhor e o maior do mundo. Mas o carnaval não surgiu no Brasil, ele é bem mais velho do que muita gente pensa.

Aproximadamente em dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças se reuniam no verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demônios da má colheita. Continuar a ler Onde surgiu o carnaval?